Tributo
O sol acordara mórbido;
As flores contrastam no luto que se faz sentir.
O sinal do Adeus é dado pelo sino que toca compassadamente.
Uma Lágrima solta-se, tocando noutra que já antes escorrera...
O lamento, a dor, a saudade vão apertando cada vez mais formando um nó.
O pranto desabára na terra do Adeus...
No Adeus...
A realidade vai pesando a cada minuto que passa.
Solta-se um pedaço de mim.
Talvez ainda não acredite.
Ou será que na realidade ainda não partis-te?
Á minha frente, alguem de quem amo, grita já sem forças...
Esse grito era um terno Adeus...
O Adeus...
Para ti, aqui fica a despedida da forma mais pura e profunda que já alguma vez senti. A despedida entoada pelas cordas da Guitarra Portuguesa. Aquela que um dia ousei cantar, num coro de vozes como assim manda a tradição.
"Sentes que um tempo acabou
Primavera da flor adormecida
Qualquer coisa que não volta, que voou
E foi um triunfar na tua Vida.
E levas em ti guardado
Um choro de um balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
Capa negra de Saudade
No momento da partida
Segredos desta cidade
Levo comigo para a Vida.
Tu sabes que desenho do adeus
É fogo que nos queima devagar
E no lento cerrar dos olhos teus
Fica a esperança de um dia aqui voltar."
Balada de Despedida do 5º ano Jurídico de 88/89
As flores contrastam no luto que se faz sentir.
O sinal do Adeus é dado pelo sino que toca compassadamente.
Uma Lágrima solta-se, tocando noutra que já antes escorrera...
O lamento, a dor, a saudade vão apertando cada vez mais formando um nó.
O pranto desabára na terra do Adeus...
No Adeus...
A realidade vai pesando a cada minuto que passa.
Solta-se um pedaço de mim.
Talvez ainda não acredite.
Ou será que na realidade ainda não partis-te?
Á minha frente, alguem de quem amo, grita já sem forças...
Esse grito era um terno Adeus...
O Adeus...
Para ti, aqui fica a despedida da forma mais pura e profunda que já alguma vez senti. A despedida entoada pelas cordas da Guitarra Portuguesa. Aquela que um dia ousei cantar, num coro de vozes como assim manda a tradição.
"Sentes que um tempo acabou
Primavera da flor adormecida
Qualquer coisa que não volta, que voou
E foi um triunfar na tua Vida.
E levas em ti guardado
Um choro de um balada
Recordações do passado
O bater da velha cabra.
Capa negra de Saudade
No momento da partida
Segredos desta cidade
Levo comigo para a Vida.
Tu sabes que desenho do adeus
É fogo que nos queima devagar
E no lento cerrar dos olhos teus
Fica a esperança de um dia aqui voltar."
Balada de Despedida do 5º ano Jurídico de 88/89





